Como a pandemia de Covid-19 mudou as vendas B2B para sempre


A pandemia de COVID-19 transformou muitos cenários, e com as vendas B2B não foi diferente. A situação mundial forçou compradores e vendedores a ultrapassarem barreiras e se tornarem digitais.

Definitivamente, o digital é o presente e futuro.

Pesquisa recente da McKinsey sobre o comportamento dos tomadores de decisão em todos os setores revela que a grande mudança digital veio para ficar.

Dentre os principais resultados:

– Entre 70% a 80% dos tomadores de decisão B2B preferem o autosserviço digital e envolvimento humano remoto em interações face a face;

– 70% dizem estar mais abertos e seguros para realizarem novas compras totalmente self-service ou online acima de $ 50 mil;

– 27% fariam compras acima de $ 500 mil;

– Dentre os entrevistados de 11 países, 77% dos brasileiros acreditam na eficiência do crescimento digital.

Confira a pesquisa na íntegra, clique aqui.

Informativos anteriores:

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Executivos querem aprovação urgente da reforma tributária

 

O impacto da pandemia no segmento de engenharia


De acordo com dados do IBGE, das 522 mil empresas que fecharam as portas devido a crise gerada pela pandemia, 28,5% foram do segmento de engenharia.

Para você que atua na área de construção civil, como tem sido os desafios diários desde que iniciamos iniciaram as restrições de atividades econômicas e sociais em março?

Assim como diversos setores, alterações de rotina, como algumas atividades sendo interrompidas ou com mudanças de horários para evitar aglomerações, corte de funcionários e negócios fechando foram alguns dos reflexos da pandemia neste segmento.

E o que muitos não sabem é que optar pela recuperação de créditos fiscais e previdenciários pode ser o ponto chave para melhorar o fluxo de caixa de uma empresa e até mesmo salvá-lo de um processo de recuperação judicial.

Com R$ 10 milhões de créditos recuperados somente para este setor, a metodologia Assertif pode impactar positivamente na realidade financeira da sua empresa.

Você sabe o que a Assertif faz?

A Assertif é uma consultoria especializada na mineração de créditos previdenciários, fiscais e de depósitos recursais para organizações de todos os portes. É credenciada também como administradora judicial na gestão de falências e recuperação judicial.

Com mais 19 anos de atuação e 1.000 clientes em seu portfólio, já levantou em sua história cerca de R$ 1 bilhão para organizações como Google, Atento, TIM, Lojas Marisa, Agibank, Calçados Beira Rio, Caixa Seguradora, Lorenzetti, Hospital de Olhos do Paraná,  Diagonal, Constran, Lavitta Engenharia, Projel Engenharia, Planal Engenharia, Construtora Nhambiquaras, Skanska, Cidade Engenharia, Companhia Paranaense de Construção, Consórcio SPE, Laghi Engenharia, Legnet Engenharia, Incoeste Contruções, Minax Transportes e Construções, OTZ Engenharia, entre outras.

Saiba mais:

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Impacto da pandemia no segmento de Bares e Restaurantes

Executivos otimistas com desempenho dos negócios no segundo semestre


O segundo semestre de 2020 parece que será um período de recuperação dos negócios. Pelo menos, essa é a percepção dos executivos brasileiros. Nada menos que 30% dos decisores empresariais acreditam que o desempenho de suas organizações vai crescer nos próximos seis meses e 58% acham que vai pelo menos se manter no mesmo nível.

Questionados sobre quais foram as medidas que tomaram para enfrentar a queda de demanda durante a quarentena em razão da pandemia Covid-19, os executivos responderam que a principal delas foi a renegociação de contratos, com 50% de menções. “Isso demonstra que as empresas buscaram uma redução de custo imediata frente à retração do mercado”, explica José Guilherme Sabino, sócio-fundador da Assertif

A segunda medida mais tomada para cortes de custos foi a redução de pessoal, com 42% das respostas. Em seguida, vieram o corte de fornecedores (24%), a desmobilização de instalações (20%) e a diminuição de dividendos (18%). “As respostas dos executivos revelam que a obtenção alternativa de recursos, como a recuperação de créditos, tornou-se uma prioridade”, complementa Sabino.

A soma é maior que 100 porque havia a opção de assinalar mais de uma alternativa. As empresas que não tomaram nenhuma medida desse tipo somam 18%. “Isso revela que pelo menos 82% das organizações sentiram o impacto da retração econômica”, afirma Bertrand Douet, sócio-fundador da Assertif.

A pesquisa da Assertif, realizada com o apoio da Opinion Box, entrevistou 50 executivos de todo o Brasil durante o segundo semestre deste ano.  A maior parte dos decisores empresariais é da Região Sudeste (44%), seguida pelo Nordeste (24%), Sul (18%), Norte (8%) e Centro-Oeste (6%).

Assertif levanta R$ 60 milhões em créditos previdenciários para setor financeiro


O setor financeiro vive um momento crucial no mercado brasileiro. Principalmente, em razão de dois significativos sistemas em implantação no País. O primeiro é o PIX, sistema de  pagamentos instantâneos que permitirá a realização de transações em até 10 segundos. O segundo é o Open Banking, esse ainda em fase mais inicial. Porém, abrirá um leque de oportunidades de negócio ao integrar tecnologias que permitem diferentes instituições financeiras acessarem dados de um cliente.

Por conta do isolamento social em razão da pandemia de Covid-19, o uso de plataformas digitais também cresceu nos cinco principais bancos do País chegando a 76% no Banco do Brasil, segundo levantamento revelado ao jornal Estado de São Paulo. Na Sinqia, fornecedora de tecnologia financeira para oito dos 10 principais bancos do país, a venda de software no último trimestre cresceu 30%.

O setor financeiro é responsável até agora pela concessão de R$ 1,1 trilhão em empréstimos no País, sendo o principal agente da retomada econômica no Brasil. Por si só,  isso explica a necessidade dos bancos e instituições financeiras conseguirem obter o máximo de recursos para rechear seus caixas.

A Assertif já levantou R$ 60 milhões em créditos previdenciários para o setor financeiro do Brasil. Esses recursos são os valores pagos a mais em contribuições sobre remunerações que não configuram salário, tais como 1/3 de férias e licença-maternidade. “Nós fazemos um levantamento gratuito sobre a situação da instituição e, geralmente, conseguimos identificar verbas a serem recuperadas”, explica José Guilherme Sabino, sócio-fundador da Assertif.

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Fechamos contrato com uma das corretoras de seguro mais importantes do mundo: a Aon. Dentre as seguradoras apresentadas, optamos pela Argo, seguradora internacional líder em coberturas especializadas.

Não medimos esforços para proporcionar um trabalho cada vez mais seguro e assertivo. E, sem dúvida, a segurança dos nossos clientes e de todos os envolvidos no processo é um dos fatores mais importantes para a execução da nossa metodologia.

Além de toda a confiança proporcionada pelo nosso Programa de Compliance/LGPD e nosso Código de Conduta nos Negócios e Ética, agora nossos clientes contam também com um seguro E&O (erros e omissões), o que dará ainda mais confiança aos nossos serviços.

Você sabe o que a Assertif faz?

A Assertif é uma consultoria especializada na mineração de créditos previdenciários, fiscais e de depósitos recursais para organizações de todos os portes. É credenciada também como administradora judicial na gestão de falências e recuperação judicial.

Com mais 19 anos de atuação e 1.000 clientes em seu portfólio, já levantou em sua história cerca de R$ 1 bilhão para organizações como Google, Atento, TIM, Lojas Marisa, Agibank, Calçados Beira Rio, Caixa Seguradora, Lorenzetti, Hospital de Olhos do Paraná,  Diagonal, Constran, Lavitta Engenharia, Projel Engenharia, Planal Engenharia, Construtora Nhambiquaras, Skanska, Cidade Engenharia, Companhia Paranaense de Construção, Consórcio SPE, Laghi Engenharia, Legnet Engenharia, Incoeste Contruções, Minax Transportes e Construções, OTZ Engenharia, entre outras.

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Assertif completa um semestre de doações para Santas Casas

Executivos querem aprovação urgente da reforma tributária

 

Executivos querem aprovação urgente da reforma tributária


A reforma tributária é considerada como ação prioritária das autoridades brasileiras por 46% dos executivos do País. Em segundo lugar, com quase a metade das menções, surge a reforma política, apresentando 24% das respostas. Por fim, aparecem as reformas administrativa e trabalhista, cada uma com 12% dos apontamentos. Os dados são de pesquisa exclusiva da Assertif com diretores de empresas em todo o Brasil.

Segundo José Guilherme Sabino, sócio-fundador da Assertif, esse resultado da pesquisa é um reflexo direto da alta carga de impostos e tributos na economia nacional, bem como do cipoal legal que envolve essas contribuições. “Ainda que tenhamos de ter responsabilidade fiscal, a taxação no Brasil talvez seja hoje um dos principais entraves de negócios em nosso mercado”, explica.

Mesmo que apenas 16% dos executivos apontem que “pagar impostos” é um dos principais problemas de sua organização hoje, 34% dos decisores empresariais mencionam que a manutenção dos salários é um dos desafios mais sérios que enfrentam no momento. “Todos sabemos o quanto as taxas e contribuições pesam nas folhas de pagamento”, avisa Bertrand Douet, sócio-fundador da Assertif.

A tarefa de conquistar e manter clientes é o principal desafio que as empresas se colocam neste período de retração econômica devido à pandemia Covid-19, com 56% das menções. Em segundo lugar, surge a questão da manutenção do fluxo de caixa, com 44% das respostas, seguida do problema de custear as despesas de instalações (24%).

A pesquisa da Assertif, realizada com o apoio da Opinion Box, entrevistou 50 executivos de todo o Brasil durante a primeira semana de agosto deste ano.  A maior parte dos decisores empresariais é da Região Sudeste (44%), seguida pelo Nordeste (24%), Sul (18%), Norte (8%) e Centro-Oeste (6%).

Assertif acerta parceria com Sinduscon-MT para mineração de créditos tributários


A Assertif acaba de acertar uma parceria com o Sindicato das Indústrias da Construção do Estado do Mato Grosso (Sinduscon-MT). O objetivo é oferecer assessoria na recuperação de recursos tributários pagos a mais para a instituição e seus associados.

Segundo José Guilherme Sabino, sócio-fundador da Assertif, os créditos fiscais podem advir de impostos  federais. “Já os créditos previdenciários significam todos aqueles pagamentos aos funcionários que não estão relacionados ao trabalho que realizaram dentro do período analisado”, afirma. No caso dos depósitos recursais, são passíveis de recuperação ao se pleitear a retirada dos recursos em processos arquivados.

O Sinduscon-MT é uma entidade patronal, que congrega empresas do setor da construção. Trata-se da mais representativa da sua categoria, pois responde por 101 dos 141 municípios mato-grossenses, correspondente a cerca de 90% da mão-de-obra existente do mercado e possui no seu rol de associadas as mais representativas empresas do segmento.

“A parceria é oportuna pois oferece à indústria da construção do Mato Grosso a possibilidade de obter recursos para manter suas atividades e preservar empregos”, explica Bertrand Douet, sócio-fundador da Assertif. “Neste momento de retomada da economia, é muito importante que as empresas consigam recursos adicionais para investimentos”, complementa.

O “novo normal” da recuperação de créditos no Brasil


Cerca de 2,7 milhões de empresas a menos no continente latino-americano. Esta é a previsão da Comissão Econômica para a América Latina (Cepal) como consequência da pandemia Covid-19. No Brasil, o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) estima que 600 mil negócios vão fechar as portas. Com tais previsões sombrias, não deixa de ser alvissareiro que a Receita Federal tenha registrado em junho o maior volume de vendas no ano, com uma média diária de R$ 23,9 bilhões. Todavia, até que a recuperação ganhe vulto, a verdadeira missão de empresários e executivos é manter a saúde do fluxo de caixa de suas organizações.

O corte de despesas foi o primeiro passo dado pelas empresas para preservar as finanças. Isso, infelizmente, se traduziu em eliminação de postos de trabalho. As estimativas indicam que 9 milhões de pessoas perderam suas funções no Brasil. A outra alternativa foi reduzir dividendos e diminuir retiradas. Sete em cada dez microempreendedores, por exemplo, estão ganhando abaixo de US$ 200 por mês no País, segundo pesquisa da fintech Neon.

O levantamento da fintech identificou que centros de estética, lojas de rua, mercadinhos e lanchonetes foram os mais atingidos. Metade dos 1.600 microempreendedores entrevistados teve de reduzir despesas e usar a poupança pessoal para se manter. Cerca de 39% tomaram dinheiro emprestado e 18% penhoraram ou venderam algum ativo durante a quarentena.

Já na grande indústria o pior parece ter passado. Em abril, a produção industrial brasileira caiu no menor nível de sua história, com retração de 18,8%. Já em maio, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), subiu 7% em relação ao mês anterior. A reação ainda não zera, porém, as perdas com a pandemia.

As grandes empresas buscam desesperadamente por créditos. O setor de aviação civil, por exemplo, pleiteia R$ 8 bilhões. Já o setor elétrico acaba de ganhar uma Medida Provisória, a chamada Conta Covid, que vai conceder R$ 12 bilhões para tentar amainar as gigantescas perdas do segmento nas áreas de geração, transmissão e distribuição de energia. Enquanto isso, a concessão de empréstimos por parte dos bancos tradicionais continua burocrática e lenta como no “velho normal”.

Tome-se o Programa Emergencial de Suporte a Empregos, com R$ 40 bilhões disponibilizados pelo Tesouro. A ideia era garantir a quitação das folhas de pagamentos das empresas em dificuldades, salvar os postos de trabalho e servir de ponte de sustentação financeira aos negócios afetados pela quarentena. O resultado? Apenas 61 mil empresas conseguiram o benefício, cerca de 4,4% do esperado. Trabalhadores preservados? Cerca de 1 milhão, ou seja, 8,2% do projetado pelo Governo Federal. Os números por si só revelam a monstruosa dificuldade de fazer o dinheiro de crédito bancário chegar com sucesso no caixa das organizações.

Se cortes de despesas e vendas de ativos já foram feitos – bem como a sofrida obtenção possível de custosos empréstimos bancários -, a única saída agora é pensar fora da caixa. Procurar as soluções não convencionais ou automáticas para preservar as finanças. Entre essas alternativas, a recuperação de créditos previdenciários é uma das melhores opções para as grandes empresas.

Regulada pela lei nº 8.212/1991, a contribuição previdenciária está na Constituição Federal e disciplina o pagamento de 20% sobre a folha de pagamento mensal de funcionários e avulsos. Nesse montante, além dos salários, estão incluídas as demais formas de pagamento regulares, como gorjetas, ganhos habituais e adiantamentos. Passíveis de recuperação são as verbas que não representam remuneração, mas sim que são indenizatórias.

Na prática, significa todos aqueles pagamentos aos funcionários que não estão relacionados ao trabalho que realizaram dentro do período analisado. Indenizatórios, portanto, são as remunerações feitas a título de 1/3 das férias, aviso prévio indenizado, bônus, vale transporte, entre outros.

Todos esses valores não são considerados remuneração regular e, assim, não devem sofrer incidência da contribuição previdenciária. O recurso é limitado às empresas que trabalham sob o regime de Lucro Real ou Lucro Presumido. Essas organizações têm direito à recuperação de créditos dentro de um período de até cinco anos.

Os recursos oriundos da recuperação de créditos tributários podem representar uma quantia vultosa para as empresas reclamantes. Em 2018, por exemplo, o montante obtido pelas empresas brasileiras com o ressarcimento de valores pagos ao Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) atingiu R$ 15,3 bilhões. E o mais significativo: uma soma 11% maior do que a registrada no exercício anterior. Ou seja, os entendimentos dos valores a serem recuperados estão em franca ascensão.

Neste momento em que o setor privado precisa de todos os recursos para, em primeiro lugar, sobreviver e, em segundo lugar, retomar o crescimento, liberar essas verbas represadas de maneira indevida transforma-se em uma necessidade urgente das empresas. Mais do que isso. Torna-se, até mesmo, uma questão de política pública, uma vez que a garantia de renda é a prioridade número um de qualquer governo neste período e, com certeza, será ainda por muito tempo no pós-pandemia.

Cabe neste momento a todas as autoridades, sejam elas do Poder Executivo, do Poder Legislativo ou do Poder Judiciário, entenderem que a recuperação de créditos previdenciários deixou de ser apenas um direito do contribuinte. Não se trata mais apenas de uma estratégia tributária. Neste período em que o setor produtivo no Brasil luta para manter sua relevância – e isso significa ter recursos para tocar as atividades, manter empregos e investir -, trata-se, sem dúvida, de um “novo normal” para o setor de ressarcimento de tributos. Um verdadeiro projeto de salvação nacional.

José Guilherme Sabino

Sócio-fundador da Assertif

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Como usar a tecnologia a favor do seu negócio


Estamos no meio de uma grande transformação digital no Brasil. A pandemia acelerou a digitalização de muitas empresas, porém, para muitos empreendedores, pode ser complicado conseguir fazer da tecnologia uma aliada, especialmente em tempos em que é difícil não estar focado em garantir um bom fluxo de caixa.

Abaixo citaremos algumas tecnologias que você pode utilizar no seu negócio para aumentar sua produtividade e conseguir obter lucro máximo das situações do dia a dia.

Aplicativos

Existem diversos aplicativos utilizados para manter as empresas funcionando de maneira produtiva. Como por exemplo, o ASANA (que permite mapear atividades), WhatsApp Business (a versão comercial do aplicativo tem tags e outras ferramentas que ajudam o empresário) e o Hubspot (funciona como CRM e automação de marketing). Se quiser mais dicas de aplicativos para usar acesse este link e veja mais ideias.

Informação

Por mais que se manter informado não seja exatamente uma novidade no que diz respeito a ser um empresário, no entanto, a tecnologia traz novas maneiras de fazer isso; desde podcasts até agregadores de notícias, que lhe permite reunir todas as informações que lhe interessam em um único lugar. Se você não conhecer nenhum agregador este link traz algumas sugestões.

Redes Sociais

Falamos no tópico acima sobre aplicativos para receber informações, neste trataremos da possibilidade de passar informações adiante. As redes sociais trouxeram para as empresas a oportunidade de demonstrar sua especialização para o seu público e atrair públicos novos, além de se tornar a vitrine dos produtos que a empresa oferece. É preciso estar onde o seu público está. Em geral, as próprias redes sociais oferecem cursos para que sua empresa tire o melhor proveito possível das ferramentas. Como o Blueprint, para Facebook e Instagram e a Udemy para o LinkedIN.

Especialistas

Essa dica não trata diretamente de tecnologia, mas envolve tecnologia na contratação, no contato ou na metodologia usada por especialistas da área. Contratar um profissional ou uma empresa especializada em uma determinada área (fiscal, marketing, jurídico, financeiro), pode evitar erros e em alguns casos (como em uma análise fiscal, por exemplo), pode até mesmo significar a recuperação de recursos financeiros.

Amplie o networking

Uma das principais vantagens da tecnologia, das redes sociais e dos aplicativos de comunicação instantânea é a possibilidade de se ampliar significativamente a frequência de comunicação com a sua rede de contatos amigáveis e profissionais. Sendo assim, você pode gerar conteúdo relevante e qualificar as suas relações por meio de comunicação virtual, abrindo espaço para futuros negócios, se tornando assim referência na área.

Aprendendo a usar a tecnologia de forma correta, ela pode ser uma aliada muito eficaz e poderosa para aperfeiçoar a gestão da empresa, contribuir na definição de estratégias, conquistar mais oportunidades no mercado e literalmente economizar ou recuperar recursos.