Executivos querem aprovação urgente da reforma tributária


A reforma tributária é considerada como ação prioritária das autoridades brasileiras por 46% dos executivos do País. Em segundo lugar, com quase a metade das menções, surge a reforma política, apresentando 24% das respostas. Por fim, aparecem as reformas administrativa e trabalhista, cada uma com 12% dos apontamentos. Os dados são de pesquisa exclusiva da Assertif com diretores de empresas em todo o Brasil.

Segundo José Guilherme Sabino, sócio-fundador da Assertif, esse resultado da pesquisa é um reflexo direto da alta carga de impostos e tributos na economia nacional, bem como do cipoal legal que envolve essas contribuições. “Ainda que tenhamos de ter responsabilidade fiscal, a taxação no Brasil talvez seja hoje um dos principais entraves de negócios em nosso mercado”, explica.

Mesmo que apenas 16% dos executivos apontem que “pagar impostos” é um dos principais problemas de sua organização hoje, 34% dos decisores empresariais mencionam que a manutenção dos salários é um dos desafios mais sérios que enfrentam no momento. “Todos sabemos o quanto as taxas e contribuições pesam nas folhas de pagamento”, avisa Bertrand Douet, sócio-fundador da Assertif.

A tarefa de conquistar e manter clientes é o principal desafio que as empresas se colocam neste período de retração econômica devido à pandemia Covid-19, com 56% das menções. Em segundo lugar, surge a questão da manutenção do fluxo de caixa, com 44% das respostas, seguida do problema de custear as despesas de instalações (24%).

A pesquisa da Assertif, realizada com o apoio da Opinion Box, entrevistou 50 executivos de todo o Brasil durante a primeira semana de agosto deste ano.  A maior parte dos decisores empresariais é da Região Sudeste (44%), seguida pelo Nordeste (24%), Sul (18%), Norte (8%) e Centro-Oeste (6%).

Assertif acerta parceria com Sinduscon-MT para mineração de créditos tributários


A Assertif acaba de acertar uma parceria com o Sindicato das Indústrias da Construção do Estado do Mato Grosso (Sinduscon-MT). O objetivo é oferecer assessoria na recuperação de recursos tributários pagos a mais para a instituição e seus associados.

Segundo José Guilherme Sabino, sócio-fundador da Assertif, os créditos fiscais podem advir de impostos  federais. “Já os créditos previdenciários significam todos aqueles pagamentos aos funcionários que não estão relacionados ao trabalho que realizaram dentro do período analisado”, afirma. No caso dos depósitos recursais, são passíveis de recuperação ao se pleitear a retirada dos recursos em processos arquivados.

O Sinduscon-MT é uma entidade patronal, que congrega empresas do setor da construção. Trata-se da mais representativa da sua categoria, pois responde por 101 dos 141 municípios mato-grossenses, correspondente a cerca de 90% da mão-de-obra existente do mercado e possui no seu rol de associadas as mais representativas empresas do segmento.

“A parceria é oportuna pois oferece à indústria da construção do Mato Grosso a possibilidade de obter recursos para manter suas atividades e preservar empregos”, explica Bertrand Douet, sócio-fundador da Assertif. “Neste momento de retomada da economia, é muito importante que as empresas consigam recursos adicionais para investimentos”, complementa.

Assertif completa um semestre de doações para Santas Casas


A Assertif completou um semestre de doações para 5 unidades hospitalares de 4 estados do Brasil. Somente na Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre (RS), por exemplo, foram 2259 pacientes recuperados do Covid-19 até o momento.

Também foram beneficiadas

A Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Curitiba (PR), a Sociedade Beneficente e Hospitalar Santa Casa de Misericórdia de Ribeirão Preto (SP), a Santa Casa de Misericórdia de Goiânia (GO) e a Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (SP).

Responsabilidade Social

Para a Assertif, colaborar de alguma maneira com este momento tão delicado é extremamente importante. Desde o início da pandemia, parte dos nossos honorários foram revertidos em benefício das Santas Casas de Misericórdia.

As Santas Casas foram escolhidas por serem administradas por irmandades ou fundações, sem fins lucrativos, e pelo fato de 83% das instituições filantrópicas da categoria estarem em crise financeira.

De acordo com o Ministério da Saúde, dos 1.824 hospitais beneficentes sem fins lucrativos do Brasil, 1.722 estão inseridos no SUS, Sistema Único de Saúde.

Sobre as Santas Casas

Fundadas ainda no Período Colonial, as Santas Casas são institutos de saúde administrados por irmandades ou fundações, sem fins lucrativos, mantidas, principalmente, por doações. Atualmente, 83% das instituições filantrópicas da categoria estão em situação de crise financeira.

Em nível nacional, o acúmulo da dívida das Santas Casas de Misericórdia já está próximo a R$ 15 bilhões. Cirurgias e outras atuações médicas têm sido canceladas por falta de recursos e débitos feitos com o sistema financeiro e fornecedores.

Textos anteriores sobre o assunto

ASSERTIF REVERTE PARTE DOS HONORÁRIOS PARA SANTAS CASAS DE MISERICÓRDIA
ASSERTIF COMPLETA TRÊS MESES DE DOAÇÕES PARA SANTAS CASAS.