Assertif reverte honorários para Santas Casas em quatro estados do Brasil


Segundo a consultoria de recuperação de créditos, a ideia é ampliar as doações com o apoio dos clientes

A Assertif, consultoria especializada na recuperação de créditos tributários, acaba de reverter 2% de seus honorários para cinco unidades hospitalares de Santas Casas em quatro diferentes estados do Brasil: São Paulo, Goiânia, Paraná e Rio Grande do Sul. A iniciativa soma-se a todos os esforços, no Brasil e no mundo, para fortalecer o profissional de saúde e contribuir com o sistema hospitalar. Principalmente, em razão da pandemia do Covid-19.

As unidades hospitalares beneficiadas pelas doações da Assertif são a Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Curitiba (PR), a Sociedade Beneficente e Hospitalar Santa Casa de Misericórdia de Ribeirão Preto (SP), a Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre (RS), a Santa Casa de Misericórdia de Goiânia (GO) e a Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (SP). “Estamos satisfeitos em perceber que os nossos clientes estão alinhados com a nossa proposta de ajuda”, explica José Guilherme Sabino, sócio-fundador da Assertif. “Com apoio deles, podemos ampliar bastante as doações”, complementa.

O cenário das Santas Casas no Brasil

Segundo o Ministério da Saúde, dos 1.824 hospitais beneficentes sem fins lucrativos do País, 1.722 — ou seja, 94% — estão inseridos no Sistema Único de Saúde (SUS). Cerca de 800 desses têm mais de 50 leitos e realizam, aproximadamente, quatro em cada dez das internações da rede pública. Além de um quinto dos procedimentos ambulatoriais de média e alta complexidade, como cardiologia e oncologia. Os dados foram compilados pela Câmara dos Deputados.

As primeiras Santas Casas do Brasil foram fundadas ainda no Período Colonial. São institutos de saúde administrados por irmandades ou fundações, sem fins lucrativos. A de São Paulo existe desde 1.884. As instituições eram mantidas, principalmente por doações. Mas a manutenção desses hospitais está cada vez mais comprometida. Atualmente, 83% das instituições filantrópicas da categoria estão em situação de crise financeira.

Em nível nacional, o acúmulo da dívida das Santas Casas de Misericórdia já está próximo a R$ 15 bilhões. Cirurgias e outras atuações médicas têm sido canceladas por falta de recursos e débitos feitos com o sistema financeiro e fornecedores. “Os números por sí só revelam a importância da contribuição com essas unidades hospitalares”, conclui Bertrand Douet, sócio-fundador da Assertif.

 

A recuperação de crédito previdenciário pode evitar empréstimos e manter seu negócio funcionando.


Quando falamos de previdência, costumamos pensar imediatamente em benefícios para funcionários, mas é importante saber que os empresários podem se beneficiar dessa seara. Isso porque existem muitas parcelas na contribuição previdenciária patronal que são passíveis de recuperação ou compensação tributária. Continue sua leitura para entender melhor.

Antes de nos aprofundar na recuperação é preciso entender o que são os créditos previdenciários. Segundo a Lei 8.212/1991, o INSS tem como base de cálculo a folha de pagamento mensal dos empregados e dos trabalhadores avulsos, numa alíquota de 20%, mas isso é um pouco mais complicado do que parece.

Nem todos os itens que compõem o ganho do empregado são considerados salário, logo, nem tudo que está na folha de pagamento é passível de ser incluído na base de cálculo do INSS. Por isso, é bastante comum ocorrer pagamentos indevidos para mais ou para menos. Pagamentos a menor podem gerar multas; pagamentos a maior podem dar direito à recuperação de créditos.

Qual a regra?

A regra geral estabelece que incida alíquota do INSS somente sobre a verba salarial. É importante lembrar que a verba salarial é a remuneração direta paga pelo trabalho realizado, e também verbas pagas de forma avulsa que se caracterizam por remunerar um trabalho prestado, seja ele intelectual ou físico.

Além das verbas salariais, existem as verbas indenizatórias, sobre essas não incide INSS Patronal. Em caso de dúvidas, são elas:

Em caso de pagamento da alíquota no INSS sobre qualquer uma dessas verbas indenizatórias, o empregador tem direito a solicitar a restituição tributária.

Como fazer a recuperação?

Existem duas vias para fazer a recuperação desses créditos: a judicial ou a administrativa. As verbas que são reconhecidas como não cabíveis de contribuição previdenciária podem ser feitas pela via administrativa. Já aquelas que estão sub judice, ou seja, onde ainda não há uma pacificação jurisprudencial, necessitará de requerimento judicial.

Recuperei, e agora?

Os créditos recuperados podem ser utilizados pela empresa para, por exemplo, pagar novas contribuições. As limitações impostas são em relação ao pagamento de tributos, como os impostos federais, quando aí os créditos deverão ser compensados entre si.

Toda ação de recuperação de créditos pagos indevidamente contribui diretamente no fluxo de caixa. Mas, mais importante do que isso, essa reflete na gestão tributária subsequente, reduzindo custos no recolhimento de tributos, a incidência de tributos sobre a folha de pagamento, e, também, tem o condão de fazer sua empresa ficar em dia com a legislação vigente.

COVID-19

Em tempos de pandemia, quando o crédito passa a ser cada vez mais disputado e a entrada de dinheiro ameaça cessar, a recuperação de créditos tributários pode ser vista como a melhor opção para os empresários, já que você está apenas recuperando um valor que já é seu por direito.

Quando o comércio reabrir, recomeçar sem dívidas pode ser um grande diferencial para o seu negócio, o verdadeiro combustível na velocidade da sua recuperação.

Seja como for, a Assertif está aqui para te ajudar. Lembre-se que fazemos o levantamento desses valores sem custo. Entre em contato!

A História da Assertif


São mais de 15 anos de trabalho duro e resultado.

A Assertif nasceu com o instinto que o sócio fundador José Guilherme tinha para o empreendedorismo, desde jovem, quando ainda estava na universidade. José Guilherme notou uma falha de atendimento para as empresas quando se tratava de revisão tributária na área de análise, levantamento e compensação administrativa.

Assim, a Assertif começou a dar os seus primeiros passos realizando um trabalho de revisão dos Impostos diretos (Imposto de Renda e Contribuição social sobre o lucro, focada na análise do lalur) e realizando intermediações de negócios. Em 2005 Bertrand Douet se junta a essa história para contribuir com sua experiência.

Primeiros passos

Em 2009 a Assertif decide investir em outros trabalhos (revisão previdenciária sobre a folha, PIS/COFINS e afins). Depois de obter sucesso também nessa área a Assertif chega em 2013 obtendo mais uma vitória para o seu crescimento e torna-se administradora Judicial.

Apesar do crescimento obtido depois de muitos anos de trabalho a Assertif encarou seus próprios desafios, que também são comuns a muitas empresas. O primeiro foi identificar o serviço a ser oferecido, assim como quem o realizaria; e como passar credibilidade para os clientes.

A solução encontrada por José Guilherme foi inverter a lógica da fundação de uma empresa de consultoria; o comum é que se abra uma consultoria depois de uma carreira “consolidada”, mas o fundador da Assertif ainda não havia terminado sua graduação, ou seja, o grande desafio foi reunir pessoas físicas e jurídicas nesse projeto, mostrando trabalho duro e resultados.

Aprendizados do caminho

No decorrer dos mais 15 anos de história a principal lição aprendida foi que é impossível realizar algo sozinho, um time focado, coeso, confiável é o coração de um negócio bem sucedido. Além disso, aprender a dizer não para algumas situações, mesmo quando elas parecem “oportunidades incríveis”, foi um passo importante para o crescimento da Assertif, entender seus próprios limites e se manter sempre em movimento; nada é mais mortal para uma empresa do que a estagnação.

A Assertif está aqui para ajudar empresas, estejam elas em um momento difícil, ou precisando de investimento para crescer ainda mais. Nosso trabalho vai muito além de verificar documentos, impostos e créditos a receber, a Assertif está aqui para salvar empresas e empregos, devolvendo a eles valores que eles já possuam.

 

10 maneiras de manter seu orçamento em dia!


Se você tem ou pretende ter uma empresa provavelmente já sabe que administrar bem o orçamento pessoal é tão importante quanto o da empresa. Pensando nisso trouxemos algumas dicas de como manter os gastos e ganhos em ordem, mesmo em tempos de crise.

  1. Anote tudo

O hábito de anotar os gastos previne compras por impulso e vai permitir que você tenha noção real de quanto você gasta e quanto dinheiro sobra, se sobra. Para isso carregue sempre um caderninho na bolsa, ou utilize um aplicativo de controle de finanças.

 

  1. Pague as contas assim que receber

Pode até parecer que os juros de contas básicas são baixos, mas multiplicado por todas as contas e em todos os meses do ano, esse dinheiro cobrado em juros e multas podem acabar pesando no orçamento.

 

  1. Converse sobre dinheiro com quem divide as contas com você

O brasileiro tem o péssimo costume de não falar sobre dinheiro, o que pode acabar colocando famílias inteiras em uma situação financeira complicada, crie o hábito de falar sobre dinheiro com a sua família e o seu parceiro.

 

  1. Use programas de cashback

Existem muitos programas de cashback no mercado, ganhar uma parte do que você gasta de volta é uma ótima maneira de garantir um dinheiro a mais, pode parecer pouco, mas ainda assim é dinheiro.

 

  1. Use cupons

Assim como o cashback é cada vez mais comum, alguns cupons podem chegar até a 50%, utilizar cupons de desconto pode te poupar dinheiro na compra de produtos mais caros.

 

  1. Use os programas de pontos do seu cartão de crédito

Se você precisar usar o cartão de crédito lembre-se de ativar o programa de benefícios que ele oferece. Os programas podem liberar milhas ou pontos para compras de outros produtos em lojas parceiras.

 

  1. Use dinheiro em papel

Por alguma razão ainda desconhecida, as pessoas gastam menos quando usam dinheiro em papel, logo, tenha sempre dinheiro para fazer suas compras menores, isso permite um controle maior sobre seus gastos.

 

  1. Aprenda alguns pratos

Comer fora é um dos principais rombos no orçamento das famílias, logo acompanhar canais de culinária no youtube e aprender a cozinhar sua própria comida pode ajudar a manter as finanças em ordem além de servir como um ótimo hobby.

 

  1. Pechinche

Pechinchar pode ser problemático para muitas pessoas, mas também pode ser muito produtivo, e esse conselho se aplica tanto para a vida pessoal como para a profissional. O vendedor sempre tem alguma margem de negociação, então, negocie.

 

  1. Crie metas

Criar metas, datas finais e valores a serem economizados ajudam você a colocar esforço e se sentir satisfeito a cada meta alcançada.  É como se você subisse um degrau por vez.

DICA EXTRA

 

Gaste mais tempo pensando em como ganhar mais dinheiro do que em como economizar

A maioria das pessoas se dedica a montar planos para conseguir economizar, enquanto poderia redirecionar essa energia para conseguir uma renda extra. Você com certeza tem algum talento que pode servir para equilibrar suas finanças.

 

Agora, se a sua preocupação maior é sobre as finanças da sua empresa, saiba que a Assertif está mais do que qualificada a ajudar. Entre em contato e descubra se há recursos para serem recuperados na sua empresa.

Cinco hospitais já beneficiados pela Assertif


A Assertif acaba de reverter 2% de seus honorários para cinco unidades hospitalares de Santas Casas em quatro diferentes estados do Brasil. Estão entre as unidades da federação contempladas: São Paulo, Goiânia, Paraná e Rio Grande do Sul. A iniciativa soma-se a todos os esforços, no Brasil e no mundo, para fortalecer o profissional de saúde e contribuir com o sistema hospitalar. Principalmente, em razão da pandemia do Covid-19.

As unidades hospitalares beneficiadas pelas doações da Assertif são a Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Curitiba (PR), a Sociedade Beneficente e Hospitalar Santa Casa de Misericórdia de Ribeirão Preto (SP), a Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre (RS), a Santa Casa de Misericórdia de Goiânia (GO) e a Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (SP). “Estamos satisfeitos em perceber que os nossos clientes estão alinhados com a nossa proposta de ajuda”, explica José Guilherme Sabino, sócio-fundador da Assertif. “Com apoio deles, podemos ampliar bastante as doações”, complementa Bertrand Douet, também sócio-fundador da Assertif.

Segundo o Ministério da Saúde, dos 1.824 hospitais beneficentes sem fins lucrativos do País, 1.722 — ou seja, 94% — estão inseridos no Sistema Único de Saúde (SUS). Cerca de 800 desses têm mais de 50 leitos e realizam, aproximadamente, quatro em cada dez das internações da rede pública. Além de um quinto dos procedimentos ambulatoriais de média e alta complexidade, como cardiologia e oncologia. Os dados foram compilados pela Câmara dos Deputados.

 

O deposito recursal é uma das possibilidades na crise


É possível encontrar dinheiro que você nem sabia ou lembrava que sua empresa tinha para sofrer menos durante a pandemia

Vamos começar pelo básico, o depósito recursal é um valor em dinheiro que a empresa precisa depositar caso participe de algum processo trabalhista e decida recorrer. É esse valor que pode ser recuperado posteriormente.

Entrando em detalhes, para o empregador recorrer de um processo trabalhista, ele deve depositar uma quantia como garantia e comprovar o valor dentro de um prazo estipulado para que o recurso entre em vigor.

A empresa deve recolher essa quantia por meio de um depósito judicial, valor que funciona como uma garantia que o reclamante será pago mesmo que o valor dos bens do empregador se deteriore. A empresa só pode recuperar o montante no fim do processo trabalhista, quando não há mais possibilidade de recorrer, de ambas as partes, e desde que não tenha sido utilizado no decorrer do processo.

Benefícios na recuperação do depósito recursal

Quando falamos em recuperar o depósito recursal isso significa que além de reaver um saldo com o qual você talvez nem contasse mais, a Assertif não cobra pela análise do recurso. Ou seja, você só vai pagar uma porcentagem do que houver para receber, se não houver nada, você não paga nada. O que é ótimo para as empresas que estão buscando maneiras de continuar honrando seus compromissos em tempos de isolamento social.

Considerando a queda geral no consumo e a imprevisibilidade da COVID-19, poder recuperar um dinheiro que você já tem é essencial para conseguir equilibrar contas e se planejar para os próximos meses.

Entre os muitos usos que esse dinheiro pode ter, podemos destacar:

 

Fiquei interessado, e agora?

Em primeiro lugar, verifique se sua empresa já participou de algum processo trabalhista. Se a resposta for sim, então, você tem grandes chances de ter encontrado uma luz no fim do túnel.

O segundo passo é entrar em contato com especialistas, como a Assertif, que vão entrar em contato para instruir sobre os documentos necessários a fim de fazer o levantamento dos depósitos recursais disponíveis para recuperação.

Em seguida, confirmada a existência do processo, a Assertif se encarregará do desarquivamento do processo e de todas as diligências. Por fim, você vai recuperar o valor. Todo esse processo leva, em média, 180 dias.

Ficou alguma dúvida? Quer falar com um especialista sobre depósito recursal ou iniciar essa recuperação o quanto antes?
Entre em contato pelos telefones (11) 3078-1215 | (41) 9917-6474 ou pelo email assertif@assertif.com.br e converse com a nossa equipe

Humberto Martins será presidente do STJ e Mussi deve ser vice-presidente


Em sessão plenária ocorrida no dia 05 de maio o ministro Humberto Martins foi eleito presidente do Superior Tribunal de Justiça. Martins é atualmente corregedor nacional de Justiça, ele substituirá o ministro João Otávio de Noronha no final de agosto.

Martins é conhecido por ser “operoso, correto e extremamente conciliador” nas palavras de Noronha. Em seu discurso de posse Martins anunciou que planeja uma gestão participativa e agregadora, em que os ministros da casa tenham oportunidade de opinar e participar ativamente das decisões a serem tomadas.

A ideia do ministro se baseia na criação de seis comitês compostos por cinco ministros cada para atuar nas áreas de gestão (saúde, segurança e transporte, tecnologia da informação, assuntos legislativos e orçamento e finanças), garantindo que todos os ministros da corte participem da administração.

O ministro Jorge Mussi ocupará a vice-presidência e a corregedoria da Justiça Federal. A atual vice-presidente, a ministra Maria Thereza de Assis Moura, atuará como corregedora nacional de Justiça.

A sessão ainda definiu outros cargos, vale destacar o ministro Og Fernandes, da 2ª Turma, como novo presidente da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados, em substituição ao ministro Herman Benjamin. Já o Gabinete da Revista do STJ, será presidido pelo ministro Benedito Gonçalves, da 1ª Turma.

Quer ver a notícia com mais detalhes? Acesse: Humberto Martins será presidente do STJ e Mussi deve ser vice-presidente

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