Assertif reverte parte dos honorários para Santas Casas de Misericórdia


A Assertif vai reverter 2% dos seus honorários recebidos nos créditos efetivamente recuperados para seus clientes, seja na revisão fiscal ou previdenciária, em benefício das Santas Casas de Misericórdia dos domicílios dos contratantes dos serviços. Tal iniciativa soma-se a todos os esforços, no Brasil e no mundo, para fortalecer o profissional de saúde e contribuir com o sistema hospitalar. Principalmente, em razão da pandemia do Covid-19.

Segundo o Ministério da Saúde, dos 1.824 hospitais beneficentes sem fins lucrativos do país, 1.722 — ou seja, 94% — estão inseridos no SUS, Sistema Único de Saúde. Cerca de 800 destes têm mais de 50 leitos e realizam, aproximadamente, quatro em cada dez das internações da rede pública. Além de um quinto dos procedimentos ambulatoriais de média e alta complexidade, como cardiologia e oncologia. Os dados foram compilados pela Câmara dos Deputados.

As primeiras Santas Casas do Brasil foram fundadas ainda no Período Colonial. São institutos de saúde administrados por irmandades ou fundações, sem fins lucrativos. A de São Paulo existe desde 1.884. Elas eram mantidas, principalmente por doações. Mas a manutenção desses hospitais está cada vez mais comprometida. Atualmente, 83% das instituições filantrópicas da categoria estão em situação de crise financeira.

Em nível nacional, o acúmulo da dívida das Santas Casas de Misericórdia já está próximo a R$ 15 bilhões. Cirurgias e outras atuações médicas têm sido canceladas por falta de recursos e débitos feitos com o sistema financeiro e fornecedores.

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Sete passos para recuperar créditos fiscais


O recesso provocado pelo Covid-19 colocou em primeiro lugar na pauta das empresas algo que já era muito importante: o fluxo de caixa. Veja como recuperar créditos fiscais é uma das boas estratégias para consolidar esse objetivo.

1º PASSO

Recolheu errado?

Ao começar a análise sobre a existência de recursos de créditos fiscais para a empresas, é preciso ir à etapa de verificação. Ou seja, levantar os valores recolhidos de maneira incorreta para a Receita Federal ou outros órgãos nos últimos cinco anos.

2º PASSO

Sem mais erros!

Análise geral, com vistas à identificação de algumas prováveis incorreções (créditos e débitos). A ideia já é fazer as bases de um futuro compliance fiscal, de maneira a solucionar e evitar erros de processo.

3º PASSO

Qual o valor dos créditos?

Já com os valores pagos a mais localizados, é possível começar o terceiro passo. A elaboração dos cálculos com o cômputo da atualização monetária calculada pela Selic, nos termos da legislação em vigor.

4º PASSO

Está tudo conforme?

Retificação de arquivos, quando necessário. O que inclui a conciliação das guias com as informações fiscais e a retificação dos erros verificados. Essa etapa regulariza a situação do cliente nos órgãos públicos.

5º PASSO

Arquivos enviados?

Assessoria e também retificação quanto ao envio dos arquivos para todos os órgãos públicos. A ideia é garantir que todas as informações amealhadas cheguem de maneira correta em todas as alçadas.

6º PASSO

Já fez os pedidos?

Assessoria e também retificação com relação a todos os processos que pedem compensação e também de restituição. Esse passo é bem delicado, pois os pedidos devem ter rigor formal e correção.

7º PASSO

Dossiê dos impostos

Ao final do processo de recuperar créditos fiscais, faz-se a elaboração e explicação de Relatório Final do Trabalho, em forma de Dossiê, para o arquivo e controle interno da empresa. Neste último passo, todos os dados são consolidados e correções de processos sugeridas.

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Como proteger fluxo de caixa durante recesso do Covid-19


Segundo dados da Receita Federal, o tamanho do mercado de recuperação de créditos tributários cresceu de R$ 59 bilhões em 2014 para R$ 80 bilhões em 2017. No entanto, em 2018, o fisco reforçou o cruzamento de dados. Assim, restringiu em torno de R$ 22 bilhões o volume do último exercício. Mesmo assim, os pedidos legítimos ainda somam R$ 60 bilhões de impostos pagos a mais de maneira equivocada, quase duas vezes o orçamento do Bolsa-Família.
Em reportagem publicada pelo Terra, José Guilherme Sabino,  sócio-fundador da Assertif, consultoria brasileira especializada em mineração de créditos, afirma que esses valores são uma grande oportunidade para as empresas brasileiras protegerem seu fluxo caixa durante o recesso do Covid-19. “Obter esses recursos de volta pode evitar a necessidade de empréstimos ou redução de operações”, explica.
Segundo Bertrand Duet, também sócio-fundador da Assertif, as empresas necessitam realizar um levantamento, uma pesquisa e uma análise de todos os documentos internos, buscando identificar os créditos recolhidos e verificar se estão aptas a fazer a solicitação. “Nesses casos, somente organizações com um faturamento em torno de R$ 6 milhões têm mais chances de obter retorno”, esclarece. Uma das melhores formas para apostar na recuperação de créditos tributários e proteger o fluxo de caixa durante o recesso do Covid-19.
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